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O fim de ganhar almas para a Cristo não justifica os meios

Irmãos, Deus quer que a sua Palavra seja pregada, disto estamos certos; mas estamos também certos que Deus quer que ela seja pregada como convém, e por isso sem o auxílio de cenas teatrais, mimos, música mundana e provas de força, para citar só alguns meios nos quais confiam os que fazem recurso a eles para atraírem as pessoas e falar-lhes do Senhor. Encontro-me obrigado a escrever-vos também sobre este assunto, porque no seio das igrejas há alguns que conseguiram introduzir todas estas coisas, justificando-as com vãos raciocínios e encorajando-as igualmente com vãos raciocínios. Isto pôde acontecer em algumas igrejas, porque os condutores delas estão privados do necessário discernimento para condenarem estas práticas contrárias à sã doutrina de Deus e ao modo que usaram o nosso Senhor primeiro, e depois os seus apóstolos, na pregação do Evangelho.

 

Contra as cenas teatrais e os mimos

Examinemos em primeiro lugar as cenas teatrais e os mimos, tão largamente difundidos e aceites na igreja nestes tempos tão difíceis. Os que apoiam a evangelização feita com cenas teatrais e com mimos, afirmam que hoje se te apresentas nas praças e pelas ruas e começas a pregar o Evangelho sem fazer alguma coisa para atrair a atenção das pessoas, ninguém ou quase ninguém parará para ouvir-te, enquanto se antes de começar a pregar a Palavra de Deus se exibe uma representação teatral que descreve a paixão de Jesus, ou a libertação de um endemoninhado, ou a ressurreição de um morto, as pessoas se sentirão atraídas e se aproximarão às centenas, depois no fim da representação se terá um espesso grupo de pessoas a quem pregar a Palavra. Ora, estes chamam esta maneira de agir ‘técnica ministerial’ ou ‘particular ministério’, mas a sagrada Escritura a define ‘astúcia’. Mas o facto é que realizar uma representação do género constitui também uma mentira. Por que digo isto? Porque quando alguém se põe a interpretar a parte de Jesus, ou a do diabo, ou a do endemoninhado de Gerasa, ou de Zaqueu, ou de Bartolomeu, imita aquela pessoa e começa a falar e a agir mentirosamente porque o que diz e o que faz não corresponde à realidade. Tomemos o encontro entre o endemoninhado de Gerasa e Jesus como o descreveu Marcos para explicar este conceito: se um crente mete na cabeça de interpretar a parte do endemoninhado de Gerasa quando ele encontrou Jesus, tem que se pôr a gritar e a agir de uma maneira que não convém a uma pessoa que se tornou uma nova criatura em Cristo. E depois tem que se pôr a dizer a uma pessoa que imita Jesus: ‘Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? conjuro-te por Deus que não me atormentes’, o que significa que tem que se pôr a praticar a mentira, porque antes de tudo tem que se pôr a chamar alguém na terra Jesus, Filho do Deus altíssimo; e depois porque tem que se pôr a falar como falou aquele endemoninhado quando não é verdade que ele é um endemoninhado que precisa de ser libertado dos demónios. E além de tudo isto um outro crente tem que interpretar a parte de Jesus o que significa ser chamado como não é correcto ser chamado (Jesus disse: “Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi,.. nem queirais ser chamados guias …” [Mat. 23:8,10], portanto tampouco é correcto ser chamado Jesus, Filho de Deus) e se pôr a dizer palavras mentirosas dizendo ao falso endemoninhado: ‘Espírito imundo, sai deste homem’?Considero ter-vos explicado o que quero dizer. Nós como crentes nos devemos abster de toda a ficção, e o teatro é uma destas ficções de que devemos abster-nos.

O apóstolo Paulo disse dele e dos seus cooperadores: “Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade” (2 Cor. 4:1,2); estas são palavras de um homem que tinha decidido não fazer recurso à astúcia e não falsear o sentido da Palavra de Deus, mas manifestar aos outros a verdade. Estas palavras porém não se podem referir para aqueles que pregam com o auxílio de cenas teatrais, porque eles se apoiam na astúcia e falsearam o sentido da palavra de Deus, e não andam em verdade para com aqueles que os ouvem.

Deus não tem nenhum prazer em ver estas cenas teatrais, porém muitos crentes sim! Como se explica isto? Explica-se porque hoje muitos querem cultos ilustrativos e não mais cultos onde os pecadores se lançam por terra tomados de medo perguntando o que devem fazer para serem salvos, ou cultos durante os quais os crentes são tomados pelo temor de Deus; muitos crentes não querem sequer que Deus acrescente o seu testemunho ao deles com sinais e prodígios e obras poderosas, por isso substituíram os dons do Espírito Santo com estas coisas inconvenientes que não se adequam de modo nenhum às reuniões de culto dos santos ou às evangelizações. Para vós que aprovais estas coisas em vez de reprová-las, para vós que encorajais o teatro no seio da casa de Deus em vez de bani-lo: Vos exorto a despertar do sono em que caístes, a cair em vós mesmos e a lançar para longe de vós estas vossas recitações. Tendes até a coragem de dizer que este modo de evangelizar está escrito! Mas onde está escrito? Certamente não nas sagradas Escrituras, mas ou em algum estatuto de alguma ‘missão’, ou nos livros de alguém que não conhece nem o poder de Deus e nem as Escrituras. Mas eu vos pergunto: ‘Mas por que é que as multidões se reuniam para ouvir Jesus Cristo?’ Porventura porque era acompanhado por mulheres de bela aparência, vestidas de modo provocante que à vez cantavam hinos a Deus? Ou porventura porque, antes de ele começar a ensinar, os seus discípulos, habilmente ensaiados, faziam alguma cena, que representava o sacrifício de Isaque, ou a história de José odiado pelos seus irmãos e vendido como escravo mas depois exaltado por Deus, ou algum outro episódio bíblico? Não, irmãos, não foi por nenhuma destas razões que as multidões se reuniam para ouvir Jesus nas praças e nas ruas e nos campos e sobre os montes e ao longo da banda do mar. Jesus não precisava dos carros e dos cavalos de Faraó para evangelizar, porque “o poder do Senhor estava com ele para curar” (Lucas 5:17). Quero citar-vos agora algumas das Escrituras que explicam a razão pela qual Jesus conseguia ter um auditório tão vasto sem fazer publicidade, sem dispor de grossas somas de dinheiro, e sem fazer uso da astúcia:

Ÿ Marcos diz: “E retirou-se Jesus com os seus discípulos para o mar, e seguia-o uma grande multidão da Galiléia e da Judéia, e de Jerusalém, e da Iduméia, e de além do Jordão, e de perto de Tiro e de Sidom; uma grande multidão que, ouvindo quão grandes coisas fazia, vinha ter com ele” (Mar. 3:7,8).

Ÿ João diz: “E grande multidão o seguia, porque via os sinais que operava sobre os enfermos” (João 6:2).

Como podeis ver as multidões vinham a Jesus porque ouviam que ele operava milagres; o seguiam porque o viam operar milagres e curas. Ora, mas que sucede porém quando não se querem e não há os milagres? Mas que sucede porém quando quem prega é privado de poder e não prega com o Espírito Santo? Sucede que se começam a procurar e a excogitar novos e ‘mais modernos’ modos para evangelizar. Todas as vezes que faltou o poder de Deus ou a confiança no poder de Deus, os homens fizeram recurso ao poder humano também para evangelizar. Deus diz ainda hoje a cada um de nós: “Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos exércitos” (Zac. 4:6). Estribarmo-nos na admiração ou no interesse que pode suscitar uma cena teatral para atrair as pessoas, significa estribarmo-nos nos nossos próprios caminhos e não nos de Deus; significa descer ao Egipto a buscar socorro, em vez de atentar para o Senhor e de buscá-lo. Cuidemos de nós mesmos, porque Deus disse em Isaías: “Ai dos que descem ao Egipto a buscar socorro, e se estribam em cavalos; e têm confiança em carros, porque são muitos; e nos cavaleiros, porque são poderosíssimos; e não atentam para o Santo de Israel, e não buscam ao Senhor!” (Is. 31:1). Quem crê que Deus não muda, crê que Deus é poderoso para fazer vir as pessoas ouvir a sua palavra pregada com poder e crê também que Deus é poderoso para operar hoje as coisas que operou com Jesus e com os apóstolos, e por isso não sente a necessidade das cenas teatrais para atrair as pessoas. E depois se considerarmos também o ministério de João Batista e o de Filipe e o dos apóstolos notaremos que também eles não se estribavam em representações teatrais para fazer aproximar as pessoas a eles e atrair a sua atenção para aquilo que pregavam para ganhá-las para Cristo, na verdade deles estão escritas estas coisas:

Ÿ De João Batista está dito que era um homem cheio do Espírito Santo desde o ventre de sua mãe, mas ele, segundo o que diz a Escritura, não fez algum milagre; no entanto quando se pôs a pregar, está escrito que “então ia ter com ele Jerusalém, e toda a Judéia, e toda a província adjacente ao Jordão…” (Mat. 3:5). Isto demonstra que quando há o Espírito de Deus na pregação, mesmo que não hajam milagres e curas, as pessoas vêm ouvir igualmente a palavra do Senhor e se convertem ao Senhor.

Ÿ “E, descendo Filipe à cidade de Samaria lhes pregava a Cristo. E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia; pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados” (Actos 8:5-7).

Ÿ “E Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona. E era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam. O qual, vendo a Pedro e a João que iam entrando no templo, pediu que lhe dessem uma esmola. E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: Olha para nós. E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa. E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda. E, tomando-o pela mão direita, o levantou, e logo os seus pés e artelhos se firmaram. E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, e entrou com eles no templo, andando, e saltando, e louvando a Deus. E todo o povo o viu andar e louvar a Deus; e conheciam-no, pois era ele o que se assentava a pedir esmola à porta Formosa do templo; e ficaram cheios de pasmo e assombro, pelo que lhe acontecera. E, apegando-se o coxo, que fora curado, a Pedro e João, todo o povo correu atónito para junto deles, ao alpendre chamado de Salomão” (Actos 3:1-11).

Ÿ “De sorte que transportavam os enfermos para as ruas, e os punham em leitos e em camilhas para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles. E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos; os quais eram todos curados” (Actos 5:15,16).

Ÿ “E aconteceu que, passando Pedro por toda a parte, veio também aos santos que habitavam em Lida. E achou ali certo homem, chamado Enéias, jazendo numa cama havia oito anos, o qual era paralítico. E disse-lhe Pedro: Enéias, Jesus Cristo te dá saúde; levanta-te e faze a tua cama. E logo se levantou. E viram-no todos os que habitavam em Lida e Sarona, os quais se converteram ao Senhor” (Actos 9:32-35).

Ÿ “E havia em Jope uma discípula chamada Tabita, que traduzido se diz Dorcas. Esta estava cheia de boas obras e esmolas que fazia. E aconteceu naqueles dias que, enfermando ela, morreu; e, tendo-a lavado, a depositaram num quarto alto. E, como Lida era perto de Jope, ouvindo os discípulos que Pedro estava ali, lhe mandaram dois homens, rogando-lhe que não se demorasse em vir ter com eles. E, levantando-se Pedro, foi com eles; e quando chegou o levaram ao quarto alto, e todas as viúvas o rodearam, chorando e mostrando as túnicas e roupas que Dorcas fizera quando estava com elas. Mas Pedro, fazendo sair a todos, pôs-se de joelhos e orou: e, voltando-se para o corpo, disse: Tabita, levanta-te. E ela abriu os olhos, e, vendo a Pedro, assentou-se. E ele, dando-lhe a mão, a levantou e, chamando os santos e as viúvas, apresentou-lha viva. E foi isto notório por toda a Jope, e muitos creram no Senhor” (Actos 9:36-42).

Ÿ “E estava assentado em Listra certo homem leso dos pés, coxo desde o ventre de sua mãe, o qual nunca tinha andado. Este ouviu falar Paulo, que, fixando nele os olhos, e vendo que tinha fé para ser curado, disse em voz alta: Levanta-te direito sobre teus pés. E ele saltou e andou. E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós” (Actos 14:8-11).

Ÿ “E, havendo atravessado a ilha até Pafos, acharam um certo judeu mágico, falso profeta, chamado Barjesus, o qual estava com o procônsul Sérgio Paulo, homem prudente. Este, chamando a si Barnabé e Saulo, procurava muito ouvir a palavra de Deus. Mas resistia-lhes Elimas, o encantador (porque assim se interpreta o seu nome), procurando apartar da fé o procônsul. Todavia Saulo, que também se chama Paulo, cheio do Espírito Santo, e fixando os olhos nele, disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perverter os rectos caminhos do Senhor? Eis aí, pois, agora contra ti a mão do Senhor, e ficarás cego, sem ver o sol por algum tempo. E no mesmo instante a escuridão e as trevas caíram sobre ele e, andando à roda, buscava a quem o guiasse pela mão. Então o procônsul, vendo o que havia acontecido, creu, maravilhado da doutrina do Senhor” (Actos 13:6-12).

Todas estas Escrituras que se referem a Filipe, a Pedro, a João e a Paulo têm em comum isto; a manifestação do Espírito de Deus, porque ela estava presente no ministério desses homens. Foi vendo a manifestação do Espírito que, no tempo dos apóstolos, muitas pessoas foram trazidas à obediência da fé, e não vendo recitações teatrais. Por esta razão, também hoje são necessários os dons do Espírito Santo e devemos desejá-los ardentemente, para que, também mediante a manifestação do Espírito, as pessoas sejam persuadidas da veracidade do Evangelho que pregamos e se convertam ao Senhor.

Paulo escreveu: “Desejai ardentemente os maiores dons” (1 Cor. 12:31), e: “Procurai abundar neles, para edificação da igreja” (1 Cor. 14:12), enquanto alguns homens corruptos que estão entre o povo de Deus, escreveram nos seus folhetos para nos inscrevermos nos seus cursos de recitação. Este é ‘o ministério’ que, segundo eles, é preciso desenvolver na igreja para evangelizar o mundo. Mas eu vos digo que estas representações teatrais não se devem desenvolver, porque não devem ser nem encorajadas e nem toleradas, mas devem sim ser bem repreendidas primeiro e depois cortadas ao nascer, ou arrancadas pela raiz se já fizeram as suas raízes, e isto por diversas razões, que são estas:

Ÿ Para que os crentes não cessem de pedir a Deus para serem revestidos de poder, e não cessem de buscar ardentemente os dons do Espírito Santo.

Ÿ Para que os crentes não gastem muito desse tempo inutilmente, a se prepararem e a se especializarem nestas técnicas de recitação.

Ÿ Para que os crentes não gastem e não façam gastar dinheiro em vão para sustentar este teatro e os seus actores.

Ÿ Para que a corrupção não alastre na igreja, porque “um pouco de fermento faz levedar toda a massa” (1 Cor. 5:6).

Ÿ Para que os crentes se portem virilmente e não como ‘moles’.

Ÿ Para que o mundo veja em nós um povo que se conduz de modo digno do Evangelho, e não se ponha a blasfemar a doutrina de Deus por nossa culpa.

Ÿ Para que quem se gloria se glorie no Senhor e no seu poder, e não de coisas que são vaidade; sim, porque assim está definido pela Escritura a ajuda do mundo a das suas concupiscências das quais nós não temos necessidade.

Os que sustentam que este modo de evangelizar é escritural apoiam-se em algumas coisas que estão escritas a respeito dos profetas. Agora vos citarei estas Escrituras:

Ÿ Jeremias disse: “Assim me disse o Senhor: Vai, e compra um cinto de linho e põe-no sobre os teus lombos, mas não o coloques na água. E comprei o cinto, conforme a palavra do Senhor, e o pus sobre os meus lombos. Então me veio a palavra do Senhor pela segunda vez, dizendo: Toma o cinto que compraste, e que trazes sobre os teus lombos, e levanta-te; vai ao Eufrates, e esconde-o ali na fenda de uma rocha. E fui, e escondi-o junto ao Eufrates, como o Senhor me havia ordenado. Sucedeu, ao final de muitos dias, que me disse o Senhor: Levanta-te, vai ao Eufrates, e toma dali o cinto que te ordenei que o escondesses ali. E fui ao Eufrates, e cavei, e tomei o cinto do lugar onde o havia escondido; e eis que o cinto tinha apodrecido, e para nada prestava. Então veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Assim diz o Senhor: Do mesmo modo farei apodrecer a soberba de Judá, e a muita soberba de Jerusalém. Este povo maligno, que recusa ouvir as minhas palavras, que caminha segundo a dureza do seu coração, e anda após deuses alheios, para servi-los, e inclinar-se diante deles, será tal como este cinto, que para nada presta. Porque, como o cinto está pegado aos lombos do homem, assim eu liguei a mim toda a casa de Israel, e toda a casa de Judá, diz o Senhor, para me serem por povo, e por nome, e por louvor, e por glória; mas não deram ouvidos” (Jer. 13:1-11).

Ÿ “Assim me disse o Senhor: Faz uns grilhões e jugos, e põe-nos ao teu pescoço. E envia-os ao rei de Edom, e ao rei de Moabe, e ao rei dos filhos de Amom, e ao rei de Tiro, e ao rei de Sidom, pela mão dos mensageiros que vêm a Jerusalém a ter com Zedequias, rei de Judá. E lhes ordenarás, que digam aos seus senhores: Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Assim direis a vossos senhores: Eu fiz a terra, o homem, e os animais que estão sobre a face da terra, com o meu grande poder, e com o meu braço estendido, e a dou a quem é recto aos meus olhos. E agora eu entreguei todas estas terras na mão de Nabucodonosor, rei de Babilónia, meu servo; e ainda até os animais do campo lhe dei, para que o sirvam…” (Jer. 27:2-6)

Há outras coisas particulares que Deus ordenou fazer também a Ezequias e a Isaías, que são tomadas para sustento das recitações teatrais, que eu não citarei aqui particularmente porque considero suficientes as passagens aqui supracitadas do livro do profeta Jeremias. Ora, firme permanecendo que Deus revelou aos seus profetas para fazerem determinadas coisas que tinham cada uma delas um significado bem preciso que Deus queria que os homens que viam e ouviam os profetas conhecessem, eu vos pergunto: ‘Mas se estas são as provas que testificam que se pode evangelizar recitando, por que é que nem Jesus e nem os apóstolos fizeram uso de cenas teatrais?’ No entanto também eles conheciam bem estas passagens das Escrituras!; a razão é porque Jesus primeiro e os apóstolos depois não necessitavam delas porque tinham recebido poder do alto, e também porque manejavam bem a palavra da verdade. Sim, porque a palavra de Deus deve ser manejada bem para não ficar envergonhado. As coisas que Deus ordenou fazer aos profetas, lhas revelou fazendo-lhes ouvir a sua voz, portanto eles não se puseram a fazer aquelas coisas da sua cabeça; mas depois estavam limitadas a um tempo e a pessoas específicas, e portanto não podemos nos pôr a fazê-las por nós mesmos simplesmente porque estão escritas e porque foi Deus a lhas ordenar. Faço-vos exemplos explicativos: Nós não podemos fazer para nós jugos leves para pô-los sobre as costas e depois ir à gente do mundo e dizer-lhes: ‘Assim diz o Senhor Jesus: ‘Tomai sobre vós o meu jugo..porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve’, simplesmente porque na Escritura há uma referência a jugos que Jeremias fez e pôs ao seu pescoço por ordem de Deus. Eu, se quero pregar sobre as palavras que Jesus dirigiu ao anjo da igreja de Laodicéia: “Não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu” (Ap. 3:17), não tiro a minha roupa para aparecer nu, para recitar a parte do anjo da igreja de Laodicéia, mesmo se está escrito que Deus disse a Isaías: “Vai, solta o cilício de teus lombos, e descalça os sapatos dos teus pés. E ele assim o fez, andando nu e descalço” (Is. 20:2). Hoje, uma parte do povo de Deus se prostituiu e gera filhos de prostituição, mas para fazer perceber isto eu não sou obrigado a ir tomar por mulher uma prostituta, como foi obrigado Oséias pelo Senhor conforme está escrito: “Quando o Senhor falou no princípio por Oséias, disse o Senhor a Oséias: Vai, toma por mulher uma meretriz, e gera filhos de prostituição; porque a terra se prostituiu, apartando-se do Senhor” (Os. 1:2). Nós conhecemos as histórias dos patriarcas, a história de Israel, a dos profetas, e somos obrigados a falar delas porque são histórias que nos instruem acerca de muitas coisas, mas não somos obrigados a representá-las em teatro diante dos crentes ou dos infiéis. Jesus falou diversas vezes de eventos que se tinham verificado na antiguidade mas nunca procurou explicá-los ou ilustrá-los com recitações teatrais; também os apóstolos falaram de eventos e de situações verificadas debaixo do antigo pacto, mas nunca encenaram essas coisas. Jesus mandou pregar o Evangelho de viva voz e não de nos pormos a recitar a sua parte ou a dos apóstolos, de Maria Madalena, e dos que por ele foram curados e libertados. Irmãos, se alguém vos disse que as cenas teatrais são um eficaz meio de evangelização, sabei que “esta persuasão não vem daquele que vos chama” (Gal. 5:8).

Pelo que respeita aos ‘mimos’, são também eles coisas inconvenientes, através dos quais pessoas pintam a cara com diversas cores e de maneira estranha, vestem-se com roupas adequadas e se põem em silêncio a fazer gestos e movimentos com o seu corpo e caretas com o seu rosto. E tudo isto, dizem ainda os sustentadores desta arte, para difundir o Evangelho. Ora, nós sabemos que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo (conforme está escrito: “Não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?” [1 Cor. 6:19]), e por isso nenhum de nós tem o direito de se pôr a pintá-lo ou de desenhar em cima dele. Quem cobre de cores a sua cara e desenha sobre ela, pensando ter o direito de fazer do seu corpo o uso que quer, profana o templo de Deus que é santo porque não o honra como deveria fazer (lembrai-vos que Paulo diz que Deus quer que cada um de nós “saiba possuir o seu corpo em santidade e honra” [1 Tess. 4:4]). Além disso nós sabemos que o nosso porte deve ser conveniente à santidade (conforme está escrito: “Como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” [1 Ped. 1:15]), portanto deve ser sério e privado de chocarrices. Eis por que nós reprovamos o mimo, porque é uma prática que se opõe à sã doutrina de Deus; irmãos, vos exortamos a reprová-lo e a tirá-lo do meio de vós.

 

Contra as provas de força 

Mas agora, no meio da igreja, alguns introduziram um outro método de evangelização, que consiste em fazer provas de força. Eis o que o diabo conseguiu fazer passar por bom no meio daqueles irmãos que não conhecem nem o poder de Deus e nem as Escrituras. Isto que vos digo acontece sobretudo na América, mas estamos persuadidos que daqui a pouco, este mau costume será adoptado também aqui por alguns crentes insensatos. Há alguns jovens fortes e robustos, alguns dos quais antes de crer no Senhor eram atletas de diversas disciplinas desportivas, que praticando o ‘body building’, e ingerindo algumas particulares substâncias, ficaram com grandes músculos e se apresentam em reuniões de evangelização vestidos de maneira tal a exibir os seus músculos, mas não só, eles fazem também provas de força diante de todos para demonstrarem a sua força. Eles dizem que querem mostrar assim a todos quanto é poderoso Deus, e como Deus pode quebrar qualquer cadeia que mantém preso o homem que vive longe dele. Falam de Cristo, dizem que Jesus salva, cura e batiza; testemunham de como o Senhor os salvou, mas acabando os seus testemunhos e a pregação, tudo assolam, fazendo, ao som de música rock e incitados pelos berros de muitos jovens que vão vê-los, toda espécie de provas de força. Há quem algema os pulsos com as algemas da polícia e depois as rompe; há quem parte tacos de baseball; há quem com grossos tacos parte enormes massas de gelo postas sobre o peito de algum seu companheiro; vos asseguro que são espectáculos sugestivos que nos jovens suscitam um grande interesse; estes grupos de jovens conseguem desta maneira fazer chegar aos lugares onde realizam estes seus espectáculos milhares de jovens, e este seu ‘sucesso’ convenceu muitos pastores e evangelistas a convidá-los para os locais de culto. Digo-vos que estes exibem a sua força humana e a sua loucura realizando tais espectáculos de barracão; não é de modo nenhum a manifestação do poder de Deus aquela que se vê nas suas reuniões. Quando se manifesta o poder de Deus, os pecadores são compungidos no coração pelo Espírito Santo e são libertados das suas iniquidades, os cegos recuperam a vista, os doentes são curados, os surdos ouvem, os mudos falam, os endemoninhados são libertos, os crentes recebem dons espirituais e são tomados pelo temor de Deus; mas quando se manifesta o poder humano não podem acontecer estas coisas. Nós somos convencidos do poder de Deus ao ver a manifestação do Espírito Santo e não ao ver pessoas violentas fazer as suas provas de força.

Alguém dirá: ‘No entanto são muitos os jovens que vão a estas reuniões e têm a oportunidade de ouvir testemunhos e a palavra de Cristo!’ Com certeza que são muitos, e não pode ser doutra forma, porque sabemos que fazendo uso das concupiscências mundanas se conseguem atrair facilmente os jovens do mundo também a uma evangelização. Que faremos? Nos poremos então a tolerar e a encorajar qualquer meio que consiga fazer afluir muitas pessoas às reuniões de evangelização? Assim não seja. O fim que nós nos propomos é santo e por isso também os meios utilizados para alcançá-lo devem ser santos. Paulo disse: “Se um atleta lutar nos jogos públicos, não será coroado se não lutar segundo as leis” (2 Tim. 2:5); isto significa que não é suficiente para um atleta, participar numa competição desportiva, para ser em seguida coroado, porque, para que um atleta que compete seja premiado, ele deve competir atendo-se às leis que regulam aquela competição. Assim, também quem prega o Evangelho, se quer ser coroado, deve ater-se às mesmas leis a que se ativeram Jesus primeiro e depois os apóstolos. Sabei portanto que quem prega o Evangelho de maneira leal procura não usar a astúcia para atrair as pessoas às suas reuniões, a fim de lutar segundo as leis. Irmãos, ninguém vos engane com vãos raciocínios.

Contra a música rock

Vejamos agora a música rock que também ela é utilizada para atrair os jovens a certas reuniões onde se fala também de Jesus. Alguns chegaram à errada conclusão que hoje, para atrair as massas de jovens às reuniões de evangelização, é necessário fazer uso da música deste mundo. De que maneira? Cantando canções que falam de Jesus com uma música moderna que agrada aos jovens; portanto, estes, para satisfazerem os gostos perversos desta geração perversa, introduziram no nosso meio a música perversa. O mundo foi sempre atraído pelo que lhe pertence, por isso a estes concertos rock ‘cristãos’ realizados nos locais de culto vão muitos rapazes do mundo a quem agrada este particular tipo de música; o facto de os textos falarem de Jesus ou do Evangelho, para estes jovens não importa nada, porque para eles o que importa é deixarem-se arrastar pelo ritmo frenético deste tipo de música. Mas o facto é que este tipo de música diabólica, alguns pastores a encorajam porque pensam que por meio dela possam fazer aproximar os jovens de Cristo. Alguém dirá: ‘Mas os textos das canções falam de Jesus e do Evangelho!’ Mas exactamente por isso: Como podeis combinar palavras santas, com ritmos de música perversa? Mas que comunhão encontrais entre a luz e as trevas? Nós chegámos à conclusão que este tipo de música (em conjunto com outros tipos) é diabólica e não deve ser de maneira nenhuma usada no seio do povo de Deus.

Este tipo de música agrada sobretudo aos jovens; hoje, para ouvir este tipo de música (não só este, mas sobretudo este), multidões de rapazes e de raparigas se dirigem para os estádios, para as discotecas, se põem diante da televisão e com os seus ouvidos colados ao rádio. Surge espontânea a pergunta: Mas por que é que este tipo de música tem tanto sucesso nos jovens? Os motivos são diversos; antes de tudo é necessário dizer que este tipo de música tendo sido gerado pelo diabo tem o seu apoio e o de todos os demónios, os quais conseguem dirigir os pecadores para esta música violenta que leva, quem a ouve, a usar violência para com o próximo. E depois os jovens, que na sua imaturidade são levados a se rebelarem às autoridades superiores, aos pais e aos professores na escola, amam esta música porque ela os ajuda, segundo o seu perverso modo de pensar, a descarregar todo o seu ódio e o seu rancor.

As funestas consequências que tem a música rock sobre os jovens são manifestas; os seus actos de violência tornam-se cada vez mais numerosos porque os cantores que eles adoram são violentos e incontinentes e eles, levados como são a imitá-los em tudo, se põem a falar e a agir exactamente como eles. A Sabedoria diz: “O homem violento coage o seu companheiro, e o faz deslizar por caminhos nada bons” (Prov. 16:29), e isto é exactamente aquilo que faz um cantor rock para com quem o ouve. Os cantores e as cantoras rock são violentos, eles usam violência verbal e física quando cantam acompanhados por esta música e ao mundo tudo isto agrada; mas vós irmãos, aborrecei esta música porque ela vos arrastaria para a violência e não certamente para a mansidão que deveis seguir; recordai-vos desta palavra de exortação: “Não sejas companheiro do homem violento nem andes com o colérico, para que não aprendas as suas veredas, e tomes um laço para a tua alma” (Prov. 22:24,25).

Irmãos, a música rock e outros tipos de música moderna não levam à adoração de Deus e não põem em comunhão com Deus, mas arrastam o ouvinte à dança sensual e a fazer gestos com o corpo que não convêm a santos, e que assim é se vê também nos concertos denominados ‘cristãos’, tão em voga entre os crentes nestes últimos tempos. Agora, há também os ‘concertos cristãos’, onde se exibem os chamados cantores cristãos que espraiam uma tal loucura e perversidade que parece estar nem mais nem menos num daqueles concertos mundanos que não têm a presunção de se definirem cristãos. Nestes concertos se assiste a tudo ou quase a tudo o que acontece nos concertos dos cantores do mundo; eu mesmo nos primeiros tempos após a minha conversão fui a um destes concertos, e agora, à distância de anos, posso afirmar que não me serviu de nenhuma edificação; também eu então, estando privado do necessário discernimento, me deixei arrastar atrás da música rock ‘cristã’ (como a chamam impropriamente), mas graças sejam dadas a Deus porque operou em mim, fazendo-me perceber que não devia mais ouvir estes cantores rock. Muitos deles se apresentam com cabelos tão compridos que à primeira vista parecem mulheres, têm brincos e estão vestidos de modo indecente; se depois virdes as cantoras rock definidas ‘cristãs’, elas não mostram de maneira nenhuma seguir a santificação porque mostram terem-se conformado de modo perfeito à moda perversa deste século mau. Vestem-se como as prostitutas, movem-se, contorcem-se, abrem amplo a boca, gritam e cacarejam, exactamente como as cantoras rock do mundo; não há nenhuma diferença entre elas, tirando que de vez em quando falam de Jesus, citam alguma palavra de Jesus e algumas distribuem também evangelhos. E tudo isto, dizem, serve para atrair os jovens do mundo ao Senhor! Estas pessoas se devem converter primeiro elas dos seus caminhos tortuosos ao Senhor antes de poder dizer que querem converter os jovens do mundo.

Mas estes cantores corruptos têm também a presunção de dizer que aquilo que eles fazem é escritural porque está escrito: “E fiz-me… para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei” (1 Cor. 9:21). Cuidai irmãos, que estas palavras foram mal interpretadas por esta gente, porque elas não querem dizer que com os pecadores comecei a pecar com eles, para ganhá-los para Cristo. Quero fazer-vos notar que Paulo (foi ele a escrever essas palavras) nunca deixou crescer o cabelo como uma mulher e nem pôs brincos na sua orelha para atrair e ganhar para Cristo os efeminados e os sodomitas daquele tempo, porque Paulo não se fez dissoluto com os dissolutos porque doutra forma teria dado motivo de escândalo e o seu ministério teria sido censurado; ele continuava a conduzir-se de modo digno do Evangelho de Cristo também quando queria ganhar para Cristo os que estavam sem lei, tanto que podia dizer aos Coríntios: “Não dando nós nenhum motivo de escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado. Antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns, na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça à direita e à esquerda…” (2 Cor. 6:3-7), e aos Filipenses: “Irmãos, sede meus imitadores, e atentai para aqueles que andam conforme o exemplo que tendes em nós” (Fil. 3:17). A este ponto, se é assim como dizem estes insensatos, nós crentes deveríamos começar a vestir, a agir e a falar como os homens perversos a fim de ganhá-los para Cristo, mas isto é loucura, porque assim fazendo nos corromperíamos e seriam os do mundo a nos converter a eles.

Estes rebeldes tinham que encontrar forçosamente na Escritura alguma passagem que deixasse entrever que usar a música rock para evangelizar é justo, e encontraram estas palavras do apóstolo Paulo, que não têm de maneira nenhuma o significado que lhes dão eles, mas para os que não conhecem as Escrituras e nem o poder de Deus (e sobretudo aos jovens há pouco convertidos) dão a impressão de ter este significado. Paulo disse a Timóteo: “Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tim. 2:15); irmãos, a palavra da verdade deve ser bem manejada e não deve ser interpretada seguindo os desejos da carne para sustentar a perversidade, e isto a fim de sermos aprovados por Deus e não sermos envergonhados. Esta música rock, por meio de pastores corruptos conseguiu entrar no meio das igrejas; mas isto não é de admirar, porque hoje alguns, para terem as multidões a ouvi-los, são capazes de recorrer a tudo. Depois, estes falam de santificação; mas como! falam de santificação nas suas pregações e seguem a rebelião; falam de justiça e com a sua conduta pervertem os rectos caminhos do Senhor!

Dilectos, a música selvagem deve ser mantida longe dos crentes, para evitar que se corrompam. Nós filhos de Deus, devemos cantar “de coração a Deus, sob o impulso da graça, salmos, hinos e cânticos espirituais” (Col. 3:16); mas não nos devemos pôr a cantar sob o impulso de certos ritmos arrastadores certas canções que não são espirituais, mas são mundanizadas precisamente para atrair as pessoas do mundo. Lembrai-vos que os cavalos e os carros do Egipto fazem um grande barulho…mas para nada!

“Ora, Àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória. Ao único Deus, Salvador nosso, por Jesus Cristo nosso Senhor, seja glória e majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, agora, e para todo o sempre. Amém” (Judas 24,25).

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