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No matrimónio deve haver continência sexual?

Sim, deve haver, porque o fruto do Espírito é temperança (cfr. Gal. 5:22). Não há dúvida que demasiado sexo faz mal, o dizem até os médicos. Obviamente Deus guia marido e mulher para que distribuam sabiamente as suas energias também nas relações sexuais.

Uma palavra agora a propósito da relação sexual entre marido e mulher. Ela é uma obrigação no matrimónio e não uma coisa facultativa porque Paulo diz aos Coríntios:

“O marido pague à mulher o que lhe é devido, e do mesmo modo a mulher ao marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” (1 Cor. 7:3-4).

Se um homem portanto não quer ter relações sexuais com nenhuma mulher não se deve casar. Porquê casar-se e depois recusar à mulher aquilo que lhe é devido com todas as nefastas consequências que daí resultarão porque isso frustrará a mulher a quem será imposta uma situação por ela não escolhida? Outra coisa é se marido e mulher decidem por algum tempo não ter relações sexuais, isto é lícito de facto Paulo diz:

“Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência” (1 Cor. 7:5)

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