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Confutação de algumas heresias da Igreja Católica Romana: sobre o homicídio

A doutrina dos teólogos papistas

É lícito matar para defender-se. No Dicionário de moral católica na palavra Defesa lê-se:

‘Dado que dela somos só os depositários, nós temos, diante de Deus e diante do próximo, o dever de defender a nossa vida se for injustamente ameaçada. Quem mata o seu agressor não desobedece à lei divina: ele procura defender-se (acto voluntário directo) e não matar (acto voluntário indirecto)’ (Jean-Louis Bruguès, Dizionario di morale cattolica [Dicionário de moral católica] , Bologna 1994, pag. 122).

Confutação

Matar o próprio agressor é pecado

Ainda uma vez temos que constatar quanto a igreja católica romana não tem em nenhuma consideração a Palavra de Deus porque afirma que não só se deve usar violência em relação ao próximo se este nos assalta como também que no caso de o se matar não se desobedece à lei divina. Jesus o disse claramente:

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; e ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e, se qualquer te obrigar a caminhar mil passos, vai com ele dois mil” (Mat. 5:38-41).

Portanto como seus discípulos nós não devemos responder à violência com a violência porque um semelhante comportamento vai tanto contra as palavras de Cristo Jesus como contra o seu exemplo (e não poderia ser doutra forma porque Jesus o que disse aos outros para fazerem o fez ele mesmo). A Palavra de Deus de facto diz que ele

“foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como aovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca” (Is. 53:7).

Ele nunca respondeu com a violência aos seus agressores e perseguidores. O demonstrou quando um dos guardas lhe bateu enquanto se encontrava diante do sumo sacerdote (cfr. João 18:22) e quando foi ferido pelos soldados do governador (cfr. Mat. 27:27-31). E não só, mas também quando Pedro no horto do Getsêmani puxou da sua espada e feriu o servo do sumo sacerdote em defesa do Mestre, com efeito, naquela ocasião Jesus admoestou Pedro dizendo-lhe: “Mete a tua espada no seu lugar; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão” (Mat. 26:52). Ele pois não permitiu nem que os seus discípulos combatessem por ele para que não fosse entregue aos seus inimigos. Mas como vimos aos Católicos romanos, e em primeiro lugar aos seus papas, não importa nada as santas palavras de Jesus e o exemplo perfeito que nos deixou Jesus. Basta considerar que os guardas encarregados da defesa dos papas têm a ordem de matar aqueles que ponham em perigo a vida deles para se dar conta disto.

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