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Confutação de algumas heresias da Igreja Católica Romana: sobre o dança

A doutrina dos teólogos papistas
 

A dança num clima de são divertimento é admitida. ‘É verdade que é pecado dançar?’ Tudo depende de que tipo de dança se trata. Se se realiza num clima de desordem moral, é pecado; se se faz num clima de são divertimento, é bom’ (Amatulli Flaviano, op. cit., pag. 155), depois de que vem citada a passagem da Escritura em que se diz que Davi e todo o Israel dançavam perante Deus com todas as suas forças.

 
Confutação
 

A dança num clima de ‘são’ divertimento é uma concupiscência carnal da qual os santos se devem abster
 

Esta resposta de Amatulli faz claramente perceber que a dança feita num clima de ‘são’ divertimento é consentida pela igreja católica romana. Mas o que se entende por clima de são divertimento? Julgo que basta observar o clima que numa qualquer terra desta nação reina quando chega o dia da festa do ‘patrono’ da terra para se dar conta dele. Não é porventura verdade que naqueles dias os Católicos respiram ar de são divertimento? Certamente que assim é. Basta ir ou dentro das salas paroquiais ou noutros casos fora delas em lugares próximos do lugar de culto da igreja católica e se verão as festas com baile organizadas pela igreja católica romana com o dinheiro recolhido na terra em honra do seu chamado santo patrono. Por alguns dias músicos e cantores se alternam neste clima de são divertimento para entreter os habitantes da povoação com músicas de todo o género; e sobre o palco montado perante eles uma multidão de Católicos romanos, jovens e velhos, dançam ao som das suas músicas. Eis pois a dança feita num clima de são divertimento de que fala Amatulli Flaviano.

Mas nós dizemos: Mas como se pode comparar a dança de Davi e do povo de Israel perante Deus feita na ocasião do transporte da arca do Senhor com esta dança a que se abandonam os Católicos romanos? Tem-se que ser forçosamente cego para fazê-lo. Aquela dança feita por Davi e pelo povo era uma dança que exprimia a sua alegria, mas também o seu reconhecimento para com Deus porque a arca depois de muito tempo era transportada para Jerusalém. E que aquela dança era algo que agradava a Deus percebe-se também pelo facto de por causa do facto de Mical, mulher de Davi, ter desprezado Davi porque o viu saltar e dançar diante de Deus, Deus ter punido Mical privando-a de filhos até à sua morte (cfr. 2 Sam. 6:16-23). Mas a mesma coisa não se pode dizer da dança a que se abandonam os Católicos romanos nestas festas patronais. Ela, de facto, é uma dança produzida pela lascívia e pela luxúria, em suma pelas concupiscências carnais, em nada expressão de alegria e de louvor a Deus. Esta dança a se pode comparar um pouco às danças a que se abandonaram os Israelitas quando fizeram o bezerro de ouro conforme está escrito que Moisés quando desceu do monte viu “o bezerro e as danças” (Ex. 32:19). Sim porque como aquelas danças eram feitas em honra do seu ídolo assim também as danças dos Católicos romanos são feitas em honra dos seus ídolos; que porém não têm a forma do bezerro de ouro, mas a forma de um personagem humano que é diferente conforme o lugar. Como os Israelitas se sentaram a comer e a beber e depois se levantaram para divertir-se, assim fazem os Católicos nestas ocasiões; comem e bebem e depois se põem a dançar ao som de música rock, ou disco, ou outra, em suma se divertem como fizeram os Israelitas. Tudo isto é abominável a Deus porque não glorifica Deus.

Por dança em clima de são divertimento tolerado pela igreja católica romana deve-se entender também a que fez recentemente um padre de Nápoles. Eis a reportagem dela tirada de um periódico católico: ‘Outros padres vão à discoteca para falar de Deus com os jovens; ele preferiu transformar o salão paroquial numa sala de dança, para afastar os rapazes dos riscos de sábado à noite e para aproximá-los à vida da comunidade. Padre Mario Rega, 58 anos, religioso dos Pios Operários Catequistas Rurais, é o inventor desta nova estratégia pastoral para superar a barreira entre Igreja e novas gerações: uma ideia que – assegura – já produziu frutos inesperados, trazendo para os bancos da igreja ou para as salas da catequese dezenas de rapazes e raparigas que antes ficavam a devida distância das portas do templo. Estamos no centro de Nápoles, na via Toledo, na histórica igreja de San Nicola alla Carità. Zona de fronteira entre a city dos negócios e os ‘Bairros espanhóis’, privada de lugares de agregação para os jovens mas densa de perigos para quem dispõe somente da rua como passatempo. ‘Via os rapazes ficar por horas nos bancos da rua’, conta o sacerdote, ‘e me perguntava como poder estabelecer com eles um contacto’. Depois a intuição: usar o salão paroquial para fazer os jovens passar noites de divertimento seguras, longe da droga, álcool, acidentes da estrada. Padre Rega adquire as luzes e a aparelhagem de amplificação, pede ajuda para a organização aos rapazes que frequentam assiduamente a paróquia. No fim de novembro a discoteca estreia, e é já sucesso…’ (Jesus, Febbraio 1997, pag. 85).

Ainda uma vez temos que constatar que para os padres vale sempre a máxima dos Jesuítas ‘o fim justifica os meios’. Me parece que toda a confutação seja supérflua! Com este nosso discurso quisemos demonstrar que a diferença entre os dois tipos de danças que faz Amatulli Flaviano não existe; é só um sofisma para justificar os bailes organizados pela igreja católica romana. Seja aqueles em honra do seu ‘santo patrono’ de turno, seja aqueles organizados à maneira daquele padre de Nápoles ou seja outros. Aliás, a igreja católica romana tem de cativar de alguma maneira a amizade e o favor dos seus fiéis que adoram divertir-se, de outro modo estes não se farão mais ver nos seus lugares de culto com grave prejuízo económico para as suas caixas. Portanto na raiz destes vãos raciocínios está ainda uma vez o amor pelo dinheiro.

 

Giacinto Butindaro

 

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