Pages Menu
Facebook
Categories Menu

Posted | 0 comments

Confutação de algumas heresias da Igreja Católica Romana: os sacramentais

A doutrina dos teólogos papistas
 

sacramentosOs sacramentais são coisas ou acções que têm efeitos sobretudo espirituais; são de instituição eclesiástica. Segundo o que ensina a teologia romana os sacramentais são coisas ou acções, de que a Igreja, imitando de algum modo os sacramentos se serve para alcançar, em virtude da sua impetração, efeitos sobretudo espirituais. A diferença que há entre os sacramentos e os sacramentais, segundo os teólogos papistas, é esta: os sacramentos produzem a graça santificante e são de instituição divina, enquanto os sacramentais não conferem a graça santificante e não são de instituição divina mas eclesiástica.
 

Confutação de alguns deles

Dentre os sacramentais examinaremos e confutaremos a água ‘santa’, as medalhas, o escapulário, as velas, os sinos, o crucifixo e o sinal da cruz [2].

A água santa. O que é a água santa? Ela é, segundo a Enciclopédia Católica, a água benta ‘de que se serve habitualmente a Igreja, confeccionando-a com uma mistura de sal enquanto se recitam apropriadas orações. Esta mistura de sal, símbolo de incorruptibilidade, foi inspirada, não tanto pelo facto bíblico do profeta Eliseu que sarou com sal as águas de Jericó, quanto pela difundida crença de que o sal era dotado de uma virtude repulsiva contra os demónios. A preparação da água santa, conforme as prescrições do ritual romano, comporta: a) um exorcismo do sal e da água para purificá-los de toda a influência impura ou nociva; b) uma benção sobre ambos, para que o sal ‘seja para todos quantos provarem dele saúde para a alma e para o corpo’, e a água ‘receba a virtude da graça divina de expulsar os demónios, de curar as doenças, assim que qualquer coisa que nas casas e nos lugares dos fiéis tiver sido aspergida com esta água, seja preservada de toda a imundícia e libertada de todo o mal’ (Enciclopédia Católica, vol. 1, 234). O exorcismo operado sobre o sal é o seguinte: ‘Eu te exorcizo ó criatura de sal, pelo Deus vivo, pelo Deus verdadeiro, pelo Deus santo, o qual ordenou que, por meio do profeta Eliseu, fosses posto na água, para que fosse curada a sua esterilidade: eu te exorcizo para que tu te tornes sal exorcizado para salvação dos crentes, e sejas a salvação da alma e do corpo para todos os que te usarem’. Esta água benta está contida numa bacia ou vasilha, chamada pia de água benta, que se encontra à entrada dos templos dos ídolos da igreja romana; e com ela os Católicos aspergem a fronte. Ela é também levada pelo padre de uma para outra parte num balde metálico chamado caldeirinha munido de bastão que enche da água benta e com o qual faz a aspersão, quando com ela deve benzer as casas. Como se pode bem compreender este rito da benção feita com esta água é uma das muitas superstições transplantadas no meio da igreja romana no curso do tempo. Como se pode na realidade crer que a água salgada tenha a virtude de purificar a alma das pessoas de certos pecados e de manter longe os demónios senão por causa da grande ignorância presente nos Católicos e da sua cegueira espiritual? Eis o que ensina a cúria romana aos Católicos! A repor a sua confiança numa água salgada! Mas esta sua confiança na água santa é uma ilusão porque ela não só não purifica a sua alma como não mantém longe deles os demónios. Antes devemos dizer que os templos de ídolos dos Católicos estão infestados de espíritos enganadores e de todo o espírito imundo; em verdade são albergues de demónios. E que dizer da aspersão das casas privadas daqueles que as fazem aspergir com esta água pensando pô-las em segurança da obra dos demónios? Diremos que também esta aspersão é vã. Nós crentes fomos aspergidos com o sangue precioso de Cristo e em virtude do poder purificador que possui o sangue de Jesus estamos limpos de todos os nossos pecados conforme está escrito: “O sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado” (1 João 1:7), e ainda: “Tendo os corações aspergidos para nos purificar de uma consciência culpada” (Heb. 10:22 NVI); por ele fomos santificados porque está escrito: “Por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta” (Heb. 13:12); ainda por ele temos a redenção conforme está escrito: “Nele nós temos a redenção pelo seu sangue” (Ef. 1:7), e vencemos o diabo conforme está escrito: “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro…” (Ap. 12:11). Nós portanto não necessitamos de nenhuma aspersão de nenhuma água benta porque a aspersão do sangue de Cristo que recebemos pela graça de Deus nos é suficiente. E nem necessitamos que o padre venha benzer-nos a casa com a água benta, porisso quando vem não aceitamos que aspirja as nossas casas. Aquele que nos protege é o Senhor; nós nele pusemos a nossa confiança e pomos continuamente a nossa confiança. A ele recomendamos as nossas almas, as nossas famílias, os nossos bens materiais; estamos nas mãos de Deus e não nos pode acontecer nada sem a permissão de Deus porque até os cabelos da nossa cabeça estão todos contados.Seja pois posta de lado esta superstição católica romana da água santa; ó Católicos caí em vós mesmos e fazei-vos aspergir também vós por Deus com o sangue de Cristo para obterdes a salvação da vossa alma, para serdes santificados, para serdes lavados de todos os vossos pecados e para vencerdes assim o diabo. Vos conjuramos em nome do Senhor a fazê-lo!

As medalhas. As medalhas são chapas de metal em forma de moedas sobre as quais estão representadas imagens, que geralmente são as de Jesus, as de Maria e dos ‘santos’ da igreja romana.São previamente benzidas pelo pároco, pelo bispo, por cardeais, e mesmo pelo papa, e a elas é atribuído o poder de proteger aquele que as usa e a elas estão ligadas muitas graças. Tomemos por exemplo a medalha com a efígie que representa Cristóvão; os Católicos crêem que ela posta no carro os protege dos acidentes; por isso quando trocam de carro se apressam a pegar na medalha ‘protectora’ e a pô-la no automóvel novo. Os Católicos são tão apegados a estas medalhas benzidas que as cosem aos vestidos, as beijam e as rebeijam durante as suas orações, e as penduram na cama e nas paredes. Aliás é compreensível este seu mórbido apegamento a estas medalhas; é-lhes dito pelos seus guias cegos que elas têm o poder de preservar do mal quem as tem e de assegurar-lhes várias graças e eles crêem nisso, por isso as mantêm perto! Mas tudo isto é só uma forma de superstição enraizada no coração destas pessoas que vivem nas trevas; nada mais. Assemelha-se muito à superstição de que estão invadidas muitas populações selvagens a respeito dos seus amuletos. Ainda uma vez verificamos na igreja romana evidentes formas de paganismo habilmente camufladas. Nós reprovamos estes amuletos dos Católicos juntamente com as superstições ligadas a eles porque a Escritura diz para não se fazer imagem alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem debaixo da terra e porque as crenças que acompanham estas medalhas são mentiras geradas pelo diabo.

O escapulário. O escapulário é um objecto formado por duas peças rectangulares de lã, do tamanho de três-quatro centímetros unidas por um cordão, que se põe ao pescoço. O escapulário é um sinal de devoção, e muitas vezes serve para indicar uma espécie de participação em espírito a uma dada ordem monástica, do hábito da qual o escapulário toma a cor. Também os escapulários possuem, segundo a tradição romana, particulares virtudes e conferem graças e privilégios; a eles estão anexas também indulgências. O mais famoso escapulário é o Carmelitano que, a tradição diz, Maria teria conferido a Simão Stock, geral da ordem dos Carmelitas; quem o usa escapa ao inferno. Maria teria também prometido a João XXII que iria ela mesma ao purgatório todos os sábados para tirar dele todos os escapularistas que morressem na semana anterior e levá-los directamente para o paraíso. Isto foi garantido por João XXII na sua bula chamada Sabatina de 1322 e confirmado por Alexandre V, Clemente VII, Pio V e Gregório XIII [3]. O escapulário pode-se muito bem comparar a outros objectos, como a ferradura de cavalo, a figa, o trevo de quatro folhas etc., considerados por muitos mascotes, porque também ele, é dito, dá sorte a quem o traz. A Palavra de Deus reprova esta prática supersticiosa de trazer o escapulário porque ela afunda as suas raízes no paganismo. Mas que bem pode alguma vez fazer um objecto do género a quem o usa? Ah! como são densas as trevas nas quais os Católicos romanos apalpam. Oremos por eles para que Deus os arranque do poder das trevas e os leve a andar na luz.

Os sinos. O sino é um instrumento de bronze em forma de taça invertida, que soa quando as suas paredes são percutidas por um badalo no interior ou por um martelo no exterior. Os sinos são usados pela igreja romana para chamar os Católicos às funções religiosas, e a exortá-los à oração em determinadas horas do dia como por exemplo quando toca o Angelus. Neste caso ao som do sino da manhã, do meio-dia e do pôr do sol os Católicos são convidados a recitar três Ave Maria. Eles são considerados coisas sagradas e são por isso consagrados e benzidos. Também aos sinos são atribuídos poderes particulares; um destes é o de afastar a saraiva. Em algumas localidades da Umbria por exemplo é opinião corrente entre os homens que se o sineiro for solícito a tocar os sinos antes da saraiva ter chegado ao território da paróquia, ela não poderá ali entrar. Em Abruzzo nem todos os sinos têm os mesmos poderes, alguns com efeito são dotados de virtudes superiores aos outros para afastar a saraiva, e de quais se trata? Daqueles batizados no nome de um santo protector contra a saraiva! Mas que diz a Escritura sobre os sinos? Dizemos que ela não fala minimamente deles; eles não estavam em uso na Igreja primitiva. Os apóstolos não chamavam ao culto os fiéis e não exortavam os fiéis a orar fazendo tocar sinos ou algum outro instrumento. Por quanto respeita à crença que eles tenham o poder de afastar a saraiva, dizemos simplesmente que é uma mentira. Podemos dizer que os sinos dos Católicos não podem afastar a saraiva do território da paróquia da mesma maneira em que os deuses do Egipto, nos dias de Moisés, não puderam afastar o flagelo da saraiva da terra do Egipto.
As velas. ‘São o meio mais comum e obrigatório da iluminação litúrgica nas funções religiosas’, diz aEnciclopédia Católica (vol. 3, 519). E de facto elas se vêem sobre os altares, diante das imagens e das estátuas, e são postas também em cima dos túmulos. A Escritura não diz que nós devemos usar velas no culto que rendemos a Deus. Certamente porém as velas são úteis, no caso de faltar a luz nas nossas casas, porque acesas dão um pouco de luz no escuro. Recordamos que o uso da vela na função religiosa é de origem pagã; o imperador por exemplo nas suas aparições era acompanhado com círios acesos. E além disso que as velas são usadas pelos magos e pelas bruxas nas suas missas negras. Por que motivo usam as velas? Porque elas criam a atmosfera necessária para as suas diabólicas funções.

O crucifixo. Eis o que diz Perardi no seu Novo Manual do Catequista a respeito do crucifixo: ‘Sede devotíssimos de Jesus crucificado (…) trazei devotamente a imagem dele ao pescoço; beijai muitas vezes o Crucifixo em vida para merecer morrer apertando-o devotamente entre as mãos. – Por cima da cama ponde o Crucifixo; à noite beijai devotamente as chagas dele’ (Giuseppe Perardi, op. cit., pag. 148). Como podeis ver nos encontramos diante de uma enésima forma de idolatria perpetrada pelacúria romana para dano daqueles que a seguem. Começamos por dizer que nós cremos que Jesus Cristo foi crucificado sobre a cruz pelos nossos pecados, mas não só o cremos, como também o pregamos porque em nós há “o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei” (2 Cor. 4:13). Nós também nos gloriamos da cruz do nosso Senhor Jesus Cristo como fazia o apóstolo Paulo porque por meio dela o mundo para nós foi crucificado e nós fomos crucificados para o mundo (cfr. Gal. 6:14); mas nós não nos permitimos de fazer uma cruz nem de madeira e nem de outro material, e nem ainda de agarrar a ela uma estatueta figurando o nosso Senhor enquanto sofria sobre ela, porque a Escritura nos proíbe de fazer semelhantes coisas conforme está escrito: “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás…” (Ex. 20:4,5). Os Católicos dizem que é a tradição que lhes diz para fazer o crucifixo e de o trazer com eles e de o beijar e de o prender às paredes da sua casa ou de algum outro lugar; mas a nós não nos importa nada da sua tradição. Da forma como falam os Católicos há poder no crucifixo mas isso é falso porque o poder está no nome de Cristo Jesus e na palavra da cruz e não num pedaço de madeira. Mas depois desta maneira fazem aparecer Jesus Cristo sempre sofredor, e ainda na cruz; mas ele não está mais pendurado na cruz porque dela foi tirado e posto num sepulcro por José de Arimatéia. Mas mais do que isso Ele ressuscitou dos mortos e não morre mais. Nós não sentimos de modo nenhum a necessidade do crucifixo nem pendurado ao nosso pescoço e nem pendurado nas paredes da nossa casa ou dos nossos locais de culto para nos recordarmos de Jesus porque a nós basta ler o Evangelho para nos recordarmos dos sofrimentos que Cristo padeceu por nós, e porque nós somos chamados a nos recordar da morte do Senhor pela ceia instituída por Jesus Cristo e não com este artifício humano que é o crucifixo. E assim a igreja romana espalhou pelo mundo inteiro crucifixos de todo o género; aqui em Itália há crucifixos um pouco por todo o lado. O crucifixo, da forma como falam muitos Católicos, os faz sentir em segurança; sem o crucifixo com eles, ao contrário, já não se sentem seguros, como se ele tivesse o poder de proteger os que o trazem ou a casa onde está pendurado! Mas “qualquer justo se sente seguro como o filho do leão” (Prov. 28:1) porque sabe de ter sido reconciliado com Deus pelo sangue de Cristo e porque sabe que o Senhor é o seu refúgio e nenhum mal lhe sucederá conforme está escrito: “Porque tu disseste: ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação. Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos” (Sal. 91:9-11), por isso ele considera essa do crucifixo apenas uma superstição que ainda por cima serve para fazer ganhar não pouco dinheiro aos construtores de crucifixos.

O sinal da cruz. Os Católicos fazem o sinal da cruz levando a mão direita à testa, e dizendo: Em nome do Pai: depois ao peito, dizendo: e do Filho; depois ao ombro esquerdo e ao direito, dizendo: e do Espírito Santo. Isto porque lhes foi ensinado quanto se segue: ‘Como cristãos temos um sinal exterior que nos distingue daqueles que não são cristãos; ele é o sinal da cruz (….) No sinal da Cruz, com as palavras exprimimos a Unidade e Trindade de Deus, e com a figura da Cruz a Paixão e a Morte do Nosso Senhor Jesus Cristo (….) Tende grande veneração pelo sinal da Cruz com que exprimis os dois mistérios principais (…) E’ sempre bom fazer o sinal da Cruz, mas especialmente antes e depois de cada acto de religião, antes e depois da refeição e do repouso, e nos perigos da alma e do corpo’ (Giuseppe Perardi, op. cit., pag. 84, 85, 86, 87). Também aqui nos encontramos perante um ensinamento de que não encontramos o mínimo respaldo nas Escrituras. Nós cremos que Deus é trino, isto é, que a Divindade é composta por Deus Pai, por Deus Filho e por Deus Espírito Santo e que os três são um desde a eternidade e até a eternidade; nós cremos naquilo que a Escritura diz acerca dos sofrimentos de Cristo, da sua morte, mas para exprimir a nossa fé nestas coisas não somos chamados a fazer o sinal da cruz, mas sim a testemunhar com a nossa boca como fizeram antes de nós antigamente os apóstolos. E depois a Escritura nos ensina a dar graças a Deus com as nossas palavras antes de comer e não fazendo o sinal da cruz porque assim fizeram tanto Jesus como os apóstolos antes de nós conforme está escrito: “Jesus, então, tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos que estavam assentados…” (João 6:11), e: “Paulo… Tomando o pão, deu graças a Deus na presença de todos; e, partindo-o, começou a comer” (Actos 27:33,35). O apóstolo Paulo disse a Timóteo: “Porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças. Porque pela palavra de Deus e pela oração é santificada” (1 Tim. 4:4,5); e não pelo sinal da cruz. E depois ainda; mas onde está alguma vez escrito na Palavra de Deus que quando se está na angústia se deve fazer o sinal da cruz para invocar a assistência de Deus? Ela diz para invocar Deus com a nossa boca, não com algum sinal particular, de facto Deus diz: “Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás” (Sal. 50:15).
 

Fonte

Post a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Read more:
igreja-templaria-de-cristo-219x155
Apóstolo funda a Igreja Templária de Cristo após orientação do Arcanjo Miguel

A Igreja Templária d...

Fronha-da-bencao-Igreja-Mundial
Igreja Mundial vende “Fronha dos Sonhos” por R$ 91

Depois das toalhas “...

Close